terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Jacob Zuma visita Moçambique


O PRESIDENTE da África do Sul, Jacob Zuma, efectua hoje e amanhã, uma visita de Estado à Moçambique, a convite do seu homólogo, Armando Guebuza.

A visita tem como objectivo o aprofundamento dos laços de amizade, solidariedade e cooperação existentes entre os dois povos e países. Durante a visita, as delegações dos dois países farão a avaliação das relações de cooperação existentes entre Moçambique e África do Sul, prevendo-se a assinatura de diversos acordos que estabelecem a Comissão Bi-Nacional de Cooperação, Consultas Diplomáticas Regulares entre os dois países, bem como memorandos e programas de cooperação nas áreas de ciência e tecnologia, florestas, telecomunicações e cultura.


Maputo, Terça-Feira, 13 de Dezembro de 2011: Notícias

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Conferência do clima tem avanço histórico

Países concordaram pela primeira vez em criar tratado que obrigue todas as nações a reduzir gases do efeito estufa. No entanto, ações reais só virão após 2020, o que não afasta risco de mudança climática dita 'perigosa' no planetaA COP-17, a conferência do clima de Durban, África do Sul terminou ontem lançando a base para um futuro acordo contra o aquecimento global que, pela primeira vez, envolverá metas obrigatórias para todos os países do mundo -mas só após 2020.É o maior avanço político na luta contra os gases-estufa desde a gênese do Protocolo de Kyoto, em 1995.Mas, até o fim desta década, nenhuma medida internacional efetiva contra o aquecimento global virá. Poluidores ficam livres para manter compromissos fracos que já haviam adotado na conferência de Copenhague, em 2009, e que põem o mundo no rumo de um aquecimento de até 4°C em 2100.


O texto de uma página e meia batizado de "Plataforma de Durban" e aprovado já na manhã de domingo estabelece um calendário para criar "um protocolo, outro instrumento legal ou um resultado acordado com força legal" em 2015, que possa entrar em vigor até 2020.Trata-se de algo inédito na Convenção do Clima da ONU, pois pela primeira vez os maiores poluidores do mundo, EUA e China, integrarão o mesmo acordo.Barreira quebradaNas palavras do negociador-chefe americano, Todd Stern, a Plataforma de Durban "desbasta a barreira que existia entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento" na convenção.Foi essa divisão que impediu que o Senado americano ratificasse Kyoto e que causou, em 2009, o impasse com a China que fez fracassar a conferência de Copenhague. A conferência também aprovou a prorrogação do acordo de Kyoto, mas sem três de seus principais membros: Rússia, Canadá e Japão.Por fim, foi lançado o chamado Fundo Verde do Clima, que tem a promessa de US$ 100 bilhões anuais a partir de 2020 para combater emissões e promover ações de adaptação à mudança climática nos países em desenvolvimento."As decisões que vocês tomaram aqui são verdadeiramente históricas", disse aos delegados a presidente da COP, a chanceler sul-africana Maite Mashabane.A madrugada de ontem em Durban testemunhou outros ineditismos: foi a COP mais longa da história, a primeira que terminou com seus principais atores (EUA, emergentes e União Europeia) tentando levar crédito pelo sucesso em vez de culpar uns aos outros pelo fracasso.Foi também a primeira conferência a ter suas decisões referendadas por negociadores reunidos numa "indaba", nome de uma assembleia tradicional africana em que chefes de vilas se juntam para resolver problemas.


O acordo, porém, vinha sendo gestado havia meses entre os países do grupo Basic (Brasil, China, Índia e África do Sul), a União Europeia e os Estados Unidos, e costurado durante vários dias em reuniões secretas no hotel Hilton, anexo ao ICC, o centro de convenções da COP.Nesses encontros, o Brasil desempenhou um papel importante de mediador, ajudando a encontrar a linguagem no texto que permitisse aos EUA aderirem a um acordo legalmente vinculante (como a União Europeia exigia) e ao mesmo tempo evitassem a rejeição do Senado.Na plenária final da COP, porém, o entendimento ameaçou ruir. A Índia exigiu que fosse acrescentada no texto uma opção de ação mais frouxa, de modo que ela não precisasse se comprometer com metas. Foi criticada por europeus e pelas nações-ilhas, que não só pediam um instrumento com força de lei mas também exigiam sua ratificação em 2018, não 2020.A salvação do processo foi um truque retórico inventado pelo negociador-chefe do Brasil, Luiz Figueiredo. "Temos de nos orgulhar", declarou Figueiredo a jornalistas. À ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a presidente Dilma disse estar "satisfeita" com o resultado e a atuação brasileira.


Dica de consenso veio de brasileiroO embaixador brasileiro Luiz Alberto Figueiredo Machado pode desde ontem se gabar de ter feito o que nenhum ambientalista conseguiu fazer: salvar o planeta. Graças a uma manobra retórica dele, uma crise que se abriu na madrugada de ontem entre a União Europeia e a Índia e que quase pôs a COP-17 a pique foi sanada.Figueiredo foi quem sugeriu que o texto da chamada "Plataforma de Durban", que propõe o acordo climático futuro, contivesse a frase "resultado acordado com força de lei" entre as opções de formato legal do pacto.A ideia agradou às partes querelantes, a comissária europeia Connie Hedegaard e a ministra indiana Jayanthi Natarajan. A briga envolvia a expressão "resultado legal", considerada vaga. As duas chegaram a trocar bravatas.A presidente da COP, Maite Mashabane, pediu que se formasse uma "rodinha" de discussão sobre o texto. Entra o embaixador Figueiredo com "força legal".


(Por Claudio Angelo, Folha de S. Paulo, 12/12/2011)

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Infra-estrutura Turística da Cidade de Inhambane

A infra-estrutura turística da Cidade de Inhambane é constituída pela combinação da infra-estrutura básica, de acesso, específica e de apoio ao turismo. Na infra-estrutura básica identificaram-se os serviços de abastecimento de água, serviços de energia eléctrica e iluminação pública, serviços de limpeza e recolha de resíduos sólidos e serviços de comunicação. Os turistas sentiram-se satisfeitos com estes serviços, excluindo os serviços de limpeza e recolha de resíduos sólidos que mostram-se insatisfeitos. Pode se chegar a Cidade de Inhambane por via terrestre através de estradas pavimentadas e não pavimentadas, por via aérea, existe o aeródromo de Inhambane e por via marítima existe a ponte cais da Cidade. Entretanto os turistas mostraram-se insatisfeitos em relação a infra-estrutura de acesso a Cidade.

Apurou-se que a Cidade de Inhambane, possui 9 unidades de alojamento, 24 estabelecimentos de alimentação e bebidas, 4 agências de viagens, uma sala de cinema, 3 salas de teatro, 2 discotecas, 4 mercados para compra de souvenirs, 3 bibliotecas, 3 espaços para concertos, 4 salas para realização de shows, 1 ginásio e 4 campos multiusos de desportos de salão. Portanto os turistas mostraram-se satisfeitos em relação estes serviços, excepto os serviços de condicionamento físico. A Cidade possui os seguintes serviços públicos de apoio ao turismo: 5 unidades hospitalares, 3 farmácias, serviços de segurança da polícia da república de Moçambique e polícia municipal, incluindo 1 empresa de segurança privada e 4 bancos comerciais. Para o apoio ao automobilista existem 2 bombas de abastecimento de combustível, 4 oficinas, 4 lojas para a comercialização de acessórios de viaturas e 1 rent-a-car. Assim, os turistas ficaram apenas insatisfeitos com os serviços de apoio ao automobilista.

Apesar das características psicográficas e demográficas dos turistas serem heterogéneas o perfil do turista doméstico que visita a Cidade de Inhambane enquadra-se no perfil psicocêntrico.
Deste modo aceita-se a primeira hipótese de pesquisa que considera que, a infra-estrutura turística da Cidade de Inhambane contribui para o aumento progressivo da procura de turistas domésticos e consequente permanência por um período relativamente longo dos mesmos no destino.





Chinde, Alfredo Cardoso (2010) in "Contributo da Infra-estrutura Turística na Atracção do Turista Doméstico na Cidade de Inhambane"

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Infra-estrutura Turística da Cidade de Maputo

Praça dos Heróis

1. Infra-estrutura Básica

De Rose (2002:49), Cunha (2003:178) e Goeldner et al (2002:248) defendem que, a infra-estrutura básica de um destino turístico também é elemento indispensável para a viabilização da actividade turística. A CM dispõe de várias infra-estruturas básicas, criadas com o intuito de beneficiarem as comunidades na melhoria da sua qualidade de vida, porém asseguram o desenvolvimento da actividade turística, contribuindo para a instalação de empreendimentos turístico.
Beni (2002:128) e Ignarra (2003:22) apresentam alguns elementos que compreendem o conjunto da infra-estrutura básica, designando-os de Serviços Urbanos. Os autores consideram, serviços urbanos, todos os serviços que competem as actividades do sector público, ou seja, de competência da administração municipal, indispensáveis igualmente à qualidade de vida.
A CM possui vários serviços urbanos que são da competência da administração municipal e do governo central, designadamente: serviços de abastecimento de água, que são assegurados pelo FIPAG, para além de existirem operadores privados que prestam o mesmo serviço; serviços de energia eléctrica e iluminação pública, assegurados pela empresa estatal EDM, embora haja restrições no seu fornecimento devido a sabotagens praticadas por desconhecidos; serviços de limpeza e recolha de resíduos sólidos, efectuados através da vereação de saúde, salubridade e cemitérios do CMM, que até ao momento 75% da cidade é que abrangida pela recolha devido a insuficiências de ordem financeira, material e humana; serviços de comunicação assegurados pelas empresas TDM, MCEL, Vodacom, Correios de Moçambique, emissoras de televisão estatal e privadas, emissoras de rádio, jornais e revistas. Os turistas domésticos na sua avaliação consideram boa a infra-estrutura básica da CM.

2. Infra-estrutura de Acesso

Ao abordar-se a questão da infra-estrutura de acesso no turismo, automaticamente está-se a falar dos transportes no turismo, de como o turista irá chegar ao seu destino turístico saindo do seu local de residência. De Rose (2002:50) defende que a infra-estrutura de Acesso compreende a todas formas de acesso aos locais turísticos seja por via aérea, marítima, terrestres ou subterrânea. Os turistas domésticos podem chegar a CM, por via terrestre, aérea e marítima, pois a cidade possui infra-estruturas para o efeito.
Na óptica de Beni (2002:133) para o desenvolvimento socioeconómico de uma região, a infra-estrutura de acesso é de vital importância, sobretudo quando visam promover a expansão e o desenvolvimento do turismo. As estradas, portos, aeroportos, linhas férreas, pistas de aterragem, trilhas, terminais de passageiros, canais marítimos, constituem as principais infra-estruturas de acesso aos destinos turísticos. Por via terrestre os turistas domésticos podem a cessar a CM por via da estrada nacional nº1 pavimentada, que une Maputo a todas províncias, através de várias estradas não pavimentadas que ligam a cidade com vários distritos da província de Maputo, da linha férrea que estabelece a ligação da CM com a província de Gaza e alguns distritos da província de Maputo. Por via aérea, existe o aeroporto internacional de Maputo que recebe turistas domésticos provenientes de vários pontos do país. E por via marítima existe o porto de Maputo que recebe turistas domésticos provenientes de vários distritos da província de Maputo.
Goelnder et al (2002:253) e Andrade (2004:110) sustentam que todos factores relacionados com o transporte devem ser considerados no desenvolvimento do turismo, sendo que, deve haver no destino um conjunto de infra-estruturas de acesso incluindo os próprios meios de transportes organizados e integrados com vista a flexibilizar a partida e a chegada do turista ao seu destino. Entretanto, o sistema de transporte da CM não é integrado, o que torna, o mesmo inflexível criando vários transtornos aos turistas, tanto que os turistas mostraram-se insatisfeitos com o sistema de transporte da cidade. A integração intermodal dos transportes na CM é um projecto prioritário do governo central de Moçambique. Em relação a infra-estrutura de acesso de uma forma geral na sua avaliação os turistas domésticos, consideram razoável.

3. Infra-estrutura Específica

Considera-se infra-estrutura específica, a todos elementos que constituem equipamentos e serviços que são desenvolvidos com o intuito de servir directamente as necessidades e desejos dos turistas. Cunha (2003:179) considerando os componentes da oferta turística, designa a infra-estrutura específica, de superstrutura, afirmando que são todos equipamentos que satisfazem directamente as necessidades da procura turística. A CM, conta com vários serviços ou equipamentos que satisfazem directamente ao turista.
Contudo em alguns momentos confunde-se equipamentos turísticos com equipamentos de apoio, por isso, Barreto (2003:40) enfatiza que, para definir se um determinado equipamento é turístico ou não, o critério deve ser o da utilização, isto é, por exemplo a rede gastronómica de um destino pode ser equipamento turístico ou equipamento de apoio, se atende turistas esporadicamente será um equipamento de apoio e se atende frequentemente turistas será um equipamento turístico. No entanto, os equipamentos e serviços turísticos na CM são todos aqueles que servem frequentemente o turista, designadamente: 93 estabelecimentos de alojamento, 94 estabelecimentos de alimentação e bebidas, 27 agências de viagens, 5 salas de cinema, 7 salas de teatro, 4 jardins 10, discotecas e 5 praias. Os turistas domésticos que visitam a CM estão relativamente satisfeitos com estes serviços.

4. Infra-estrutura de Apoio ao Turismo

Na óptica de Lage e Milone (2000:29) a infra-estrutura de apoio é constituída pelo conjunto de obras e instalações de estrutura física de base, desenvolvido para responder aos serviços básicos da comunidade, mas acabam beneficiando indirectamente a actividade turística. Constatou-se que a CM possui diversas infra-estruturas que servem indirectamente aos turistas domésticos, que frequentam a cidade.
De Rose (2002:51) e Ignarra (2003:68) partilham da mesma abordagem, porém, usam uma outra terminologia, considerando equipamentos de apoio de “serviços públicos”, que são todos os serviços colocados a disposição das comunidades para suprirem as suas necessidades básicas e que respondem esporadicamente as necessidades e desejos do turista. A CM possui os seguintes serviços públicos que respondem esporadicamente ao turista: 58 unidades hospitalares, serviços de segurança da polícia da república de Moçambique e polícia municipal, incluindo 14 empresas de segurança privada e 13 bancos comerciais. Para o apoio ao autonomista existem 15 bombas de abastecimento de combustível, 24 oficinas, 10 lojas para a comercialização de acessórios de viaturas e 9 rent-a-car para o aluguer de viaturas. A infra-estrutura de apoio ao turismo da CM, de uma forma geral na sua avaliação os turistas domésticos, consideram boa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Contribuição Económica do Turismo na Praia de Xai-Xai de 2003 á 2008

A actividade turística teve forte contribuição do ponto de vista económico, para a melhoria da qualidade de vida da comunidade do posto administrativo da Praia de Xai-Xai no período de 2003 à 2008.

Do ponto de vista de investimentos, foram aprovados para a Praia de Xai-Xai no período de 2003 à 2008 quatro (4) projectos de investimentos em infra-estruturas de alojamento e alimentação orçados em 2.493.566,00Mt com vista a melhorar os serviços turísticos da região, que presume-se venham a criar para a comunidade local, cinquenta (50) postos de trabalho directos e mais de quinhentos (500) indirectos.

A actividade turística na Praia de Xai-Xai arrecadou para o governo um total de 4.280.846,00Mt de receitas fiscais, resultantes de rendas privadas e empresariais geradas pelo emprego e pelo negócio do turismo. O turismo na Praia de Xai-Xai durante o período de 2003 à 2008 contribuiu com uma média anual de 108 postos de trabalho directos, distribuídos nos seguintes tipos de emprego: Bar Man, Empregados de Mesa, Camareiras, Gerentes, Guardas, Motoristas, Recepcionistas e cozinheiros.

O turismo gerou na Praia de Xai-Xai ainda outros postos de trabalho que resultaram da construção, reabilitação e ampliação de estabelecimentos turísticos, distribuídos nos seguintes tipos de empregos: Mestre de Obras, Ajudantes de Obras, Carpinteiros, Pintores, electrecistas e Caregadores. E criou oportunidades de negócios para os artesãos e pescadores da região.

É importante salientar que, apesar do turismo na Praia de Xai-Xai de 2003 á 2008 ter criado postos de trabalho, incrementado investimentos em infra-estruturas de alojamento e alimentação, as receitas fiscais colectadas para o estado não se reverteram directamente para o financiamento de infra-estruturas sociais para o benefício da comunidade local.


quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Governo Moçambicano Lança a "Marca Moçambique"

De acordo com o Jornal Noticias (na sua edição de 27 de Fevereiro, 2009) "o Governo pretende, a partir de agora, com o lançamento da marca, desencadear uma série de acções com vista a melhorar o ambiente dos investimentos no país, bem como atrair mais turistas estrangeiros e nacionais.


Falando na cerimónia do lançamento do projecto, o Presidente da República, Armando Guebuza, disse que a marca representa “uma bandeira do nosso sistema de valores, um marco do nosso processo histórico e expressão do nosso potencial e abertura para partilhá-lo com o resto da humanidade”.
“Com a ‘Marca Moçambique’ celebramos a nossa diversidade cultural e linguística, o reconhecimento ao direito à diferença e o nosso compromisso com a cultura de paz. Sobretudo, enaltecemos o consenso nacional de que só mantendo-nos unidos lograremos valorizar as nossas tradições, o nosso património cultural e turístico e toda a gama de recursos de que somos dotados”, disse o Chefe do Estado.


A anteceder o lançamento oficial da “Marca Moçambique”, o Ministro do Turismo, Fernando Sumbana, concedeu uma conferência de Imprensa, na qual afirmou que a adopção da marca é o culminar de um trabalho que vem sendo desenvolvido desde a independência nacional, porque os programas dos governos que foram passando ao longo do tempo sempre apontaram para a necessidade de expor o país ao mundo exterior”.


“A política do Governo foi sempre de procurar mais amigos e uma abertura para o mundo exterior, daí que com todas essas acções estava-se a construir o pilar para que o país viesse a desenvolver esta marca. Sendo assim, a marca, efectivamente, é o traduzir no logótipo e em mensagens de comunicação a atitude daquilo que é a face moçambicana. A marca traduz tudo isso - a hospitalidade, simplicidade e a simpatia dos moçambicanos”, afirmou o ministro.
Ainda ontem, foi lançado o Mapa-Guia Geo-Turístico do Norte de Moçambique, um produto desenvolvido pelo centro mundial National Geographic, uma organização que tem como uma das suas vocações a promoção de destinos turísticos sustentáveis.
Hoje tem início, igualmente em Maputo, a Cimeira Africana de Investimento Turístico. Trata-se de um evento que tem em vista a procura de uma plataforma comum para o desenvolvimento do turismo no Continente Africano.


O encontro, que contará com a participação de mais de 650 individualidades, culminará com a realização de uma Gala de Prémios de Investimento Turístico 2008, uma iniciativa que visa reconhecer e encorajar os operadores que mais se destacaram na promoção do turismo africano.
A gala terá 15 diferentes categorias, sendo de destacar o Melhor Operador Turístico, Melhor Investidor, Melhor Ministro do Turismo, entre várias outras".

(In Noticias, 27 de Fevereiro)